Quelle tristesse…
Invadiu-me uma tristeza súbita, de origem perfeitamente definida.
Fez-se acompanhar de uma frustração que me enfraquece e destrói qualquer vontade de manter uma atitude de admiração e reverência.
Não consigo mais manter a doçura e o sorriso que um dia esbocei com gratidão.
Não depois de sentir a corrosão desferida em palavras ácidas, amargas, ainda que ditas sob efeito de angústias e medos que toldam o discernimento de todos.
Não depois da postura de respeito que sempre mantive e da dedicação por que sempre pautei as minhas maneiras.
A verdade é que a mesma situação é vivida por cada interveniente de forma absolutamente distinta. Eu vivi-a de acordo com a minha personalidade, fruto dos meus próprios fantasmas. Ainda que não concordando, sempre respeitei outras opiniões. Seria pedir muito que retribuíssem da mesma forma? Com respeito?
Parece que sim.
A convivência quotidiana não terá sido suficiente para provar a matéria que me compõe. Bastou um abanão, para que tudo o que tentei construir fosse arruinado.
É com pesar que descubro a deturpação a que fui sujeita. Com consciência de não ter sido intencional, de ser resultante de situações vividas sob um manto de desgosto e aflição, não consigo contudo esquecer, e magoa-me tanto.
Quelle tristesse…
Fez-se acompanhar de uma frustração que me enfraquece e destrói qualquer vontade de manter uma atitude de admiração e reverência.
Não consigo mais manter a doçura e o sorriso que um dia esbocei com gratidão.
Não depois de sentir a corrosão desferida em palavras ácidas, amargas, ainda que ditas sob efeito de angústias e medos que toldam o discernimento de todos.
Não depois da postura de respeito que sempre mantive e da dedicação por que sempre pautei as minhas maneiras.
A verdade é que a mesma situação é vivida por cada interveniente de forma absolutamente distinta. Eu vivi-a de acordo com a minha personalidade, fruto dos meus próprios fantasmas. Ainda que não concordando, sempre respeitei outras opiniões. Seria pedir muito que retribuíssem da mesma forma? Com respeito?
Parece que sim.
A convivência quotidiana não terá sido suficiente para provar a matéria que me compõe. Bastou um abanão, para que tudo o que tentei construir fosse arruinado.
É com pesar que descubro a deturpação a que fui sujeita. Com consciência de não ter sido intencional, de ser resultante de situações vividas sob um manto de desgosto e aflição, não consigo contudo esquecer, e magoa-me tanto.
Quelle tristesse…

1 Comments:
At 10:35 AM,
Anónimo said…
E lembro-me da força
(guardo dentro do meu corpo)
Espero que ela ouça
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